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Ricardo Teixeira, CEO da empresa portuguesa de soluções de software do GRUPO KAMAE – PORTUGAL, promoveu um Workshop na FENALAW 2014 sobre Gestão Jurídica.

Com 17 anos de experiência como consultor para escritórios de advocacia em mais de 30 países no mundo, ele comentou para a nossa repórter Mafalda Gardé, sobre os desafios que os escritórios de advocacia e os advogados em particular, enfrentam na gestão do negócio.

Nesta entrevista, disse que percebe um amadurecimento do mercado e uma maior preocupação com a eficiência dos escritórios. Segundo ele, o segredo para isso é a atenção contínua nas melhorias do processo. Com a preocupação em identificar e corrigir rapidamente as falhas do sistema como um todo. Falou ainda sobre os problemas enfrentados na gestão das pessoas, a respeito da motivação e da liderança de um time, e do papel da vaidade do profissional do Direito nestes casos.

Veja o vídeo, comente e venha sempre dialogar com a gente no nosso site CAW Diálogos.

Assista também a segunda parte da entrevista: A importância do Marketing.

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Perguntamos aos profissionais que passaram na FENALAW 2014, sobre as suas expectativas e experiências durante a feira.

Segundo Flávia Mallheiros, do Grupo Malheiros, “não é feio fazer network”. Comemorou a concretização de um novo contrato assinado durante a feira e ressaltou a importância do evento que vem se destacando pelo foco dado a gestão legal. Com o debate de ideias e melhores práticas na adminstração de escritórios jurídicos.

 

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Em meio aos escândalos recentes da Petrobras, muito se ouviu falar sobre a delação premiada feita pelo seu ex-diretor Paulo Roberto Costa, que segundo a Folha de São Paulo, apontou o nome de 12 senadores, 49 deputados federais e um governador como participantes de um grande esquema de corrupção.

Como estávamos na FENALAW, cercado por profissionais de diversos segmentos do Direito, resolvemos perguntar o que alguns deles achavam sobre o assunto. Veja só as opiniões de quem passou por lá.

 

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A FENALAW 2014 terminou na última quinta-feira (16/10) e trouxe para as mais de 4500 pessoas que estiveram presentes no Centro de Convenções Frei Caneca em São Paulo, a experiência e as opiniões de grandes advogados e profissionais do mercado.

Os diversos painéis, debates e workshops que aconteceram durante os três dias de evento, discutiram os novos caminhos e desafios do Direito no Brasil. A Lei Anti-Corrupção (Lei nº. 12.846), que define que as pessoas jurídicas passam a ter responsabilidade civil e administrativa pela prática de ilícitos contra a administração pública, nacional ou estrangeira foi bastante comentada e presente em diversos painéis.

Outro ponto bastante discutido foi a respeito dos desafios do compliance.

Como estruturar adequadamente um departamento dedicado a cuidar e se fazer cumprir as normas legais, políticas e as diretrizes do negócio ao mesmo tempo?

Como administrar e compor um departamento responsável por evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer?

Este foi sem dúvida, um dos principais temas deste ano e com certeza passará a ser cada vez mais, um dos principais desafios de todo e qualquer escritório ou departamento jurídico do País.

Ao longo da semana, novos vídeos e matérias sobre o evento entrarão aqui. Continue acessando, curtindo e comentando no nosso site e na nossa Comunidade no Facebook. Assine o nosso Canal no Youtube e claro, comente sempre! Sua opinião é o que importa pra gente.

A CAW Diálogos é uma iniciativa inovadora do escritório de advocacia Corbo, Aguiar e Waise, que de maneira inédita e exclusiva, destacou os principais assuntos que aconteceram durante a FENALAW 2014. Com o objetivo de promover o debate e a troca de ideias, a CAW Diálogos quer se tornar um espaço de referência e de qualidade de informação, criando novos caminhos e formatos e estando presente nas principais discussões e debates promovidos para e pela comunidade do Direito.

Acompanhe a cobertura completa da FENALAW 2014 aqui.

Obrigado e até a próxima.
Editores e Colunistas CAW Diálogos

 

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Direto da FENALAW em São Paulo, o portal jurídico CAW Diálogos estará acompanhando os 3 dias do evento e destacando os principais assuntos e discussões debatidas no evento. Fique ligado e acompanhe tudo no nosso site.

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O CAWDiálogos chega a FENALAW 2014 querendo estimular as ideias e criar um ambiente de encontro e discussões sobre os mais variados temas que envolvem o Direito. Acreditamos que a troca de experiências e o debate entre as diferentes ideias e pontos de vistas, são o único caminho para avançarmos como sociedade e consequentemente com a Justiça.

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A Seguradora Líder dá um exemplo de como usar os modernos canais de informação para eliminar conflitos judiciais desnecessários.

Depois de algum tempo repousando na fila dos ainda não lidos, acabo, enfim, de terminar a leitura de um livro que vai além das expectativas sobre o seguro DPVAT no ordenamento jurídico brasileiro.
A obra, intitulada “DPVAT – Um Seguro em Evolução”, oferece mais do que os contornos técnicos-jurídicos sobre a matéria. >Traça um panorama claro, transparente e objetivo sobre o funcionamento legal, operacional e, sobretudo, social na gestão do seguro DPVAT.

A proposta deste artigo não se presta, entretanto, avançar sobre questões e aspectos legais jurídicos. Deixemos isso, como já foi muito bem feito, para as mentes especializadas que colaboraram para a idealização e construção da obra. O livro percorre um vasto caminho, por longas décadas, discutindo as controvérsias que envolveram e continuam ainda envolvendo e povoando os tribunais pátrios.

O Seguro DPVAT desempenha uma importante função social, a começar, por exemplo, com a saúde. Um percentual, que não é pequeno, 45%, é direcionado para o Sistema Único de Saúde – SUS, administrado pelo Governo Federal; uma generosa fatia dedicada ao atendimento médico-hospitalar das vítimas de acidentes de trânsito. Também contribui, com 5% do valor dos prêmios, para a melhoria no sistema de trânsito – ações educativas para a prevenção de acidentes de trânsito. O restante é destinado ao pagamento de indenizações. Apenas 1,2% da arrecadação vai para as Seguradoras Consorciadas. E a prestação de contas é realizado através de demonstrativos publicados em jornais de grandes circulação. A gestão do Seguro DPVAT trabalha forte para evitar as demandas judiciais produzidas artificialmente e a multiplicação oportunista dos que buscam indenizações generosas.
A questão é: por que o Judiciário interfere em relações privadas sem que haja, antes, a caracterização de uma relação conflituosa?

Existe um sistema, privado, que indeniza, administrativamente, vítimas por acidentes de trânsito. Se o caminho é livre, divulgado, acessível e resolutivo, qual a razão de evitar essa estrada e percorrer as do judiciário, mais longas e custosas? Inúmeros são os canais físicos, telefônicos e virtuais, nas mais variadas redes sociais modernas, disponibilizados para os que procuram receber pelos seus assegurados direitos. Mais uma vez, estamos, diante, obviamente, do questionamento da “judicialização”. Até os meios televisivos, como fonte de publicidade, são oferecidos à sociedade, objetivando evitar milhares de ações judiciais que pesam no bolso dos contribuintes. O livro discorre sobre esse fenômeno da judicialização, abordando com clareza sobre a falta de interesse de agir do segurado, quando considera que a seguradora sequer tomou conhecimento do acidente e das suas particularidades. A provocação do judiciário, antes de uma petição administrativa, parece ser extremamente nociva para a própria organização social, dentro de uma escala de valores morais e éticos. Não há como discordar. Se não há conflito; se não há resistência; se não há sequer conhecimento do acidente e de suas causas, não há interesse de provocar o Judiciário.

Mostra-se absolutamente necessária a manifestação dos nossos Legisladores e Tribunais Superiores, no sentido de disciplinar, de uma vez por todas, para o importante ajuste dessas peças no tabuleiro, as regras legais desse jogo. Não seria mais razoável, fugindo aos complexos ordenamentos jurídicos processuais, que os interesses privados, absolutamente disciplinados, fossem discutidos na esfera administrativa, antes de incomodar o Poder Judiciário, tão encarregado e assoberbado de ações importantes? Não dizem que a justiça foi criada para fazer valer a justiça (o direito violado)?
A justiça pode julgar um suposto direito que sequer foi violado? O Judiciário prega a resolução administrativa dos conflitos, de forma pacífica e amigável, mas abarca, paradoxalmente, ações em que a parte poderia ter se resolvido fora dela. Não temos dúvida de que a ação e o direito de agir e de provocar o Estado só devem ser aceitos e reconhecidos pelos que buscam a balança. A justiça, justificando o título desse artigo, é para os justos. E os justos são os que buscam a justiça, conscientes dos seus direitos violados.

Curiosidades

O Empreendedor Visionário

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