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A importância de eliminar convicções negativas
A importância de eliminar convicções negativas

Para as Pessoas com convicções negativas e fracas há problemas. Para as Pessoas com convicções positivas e fortes há Desafios.

O que é realmente interessante e inspirador é que o caminho de escolher cabe a cada um de nós. Mesmo que, em termos de educação ou mesmo por uma tendência comportamental familiar tenhamos crescido rodeados de convicções limitadoras ou escalas de valores desalinhadas, é sempre possível inverter essa tendência, e o primeiro passo e tomar consciência desta realidade.

O que é aprendido pode ser substituído por algo mais forte que reaprendamos.

Tendo a noção das limitações a que ficamos sujeitos vivendo com convicções limitadoras, damos o primeiro passo da cadeia de acção que nos fará abraçar a necessidade de alterar essa formatação.

Uma vez com a consciência da relação entre a escala de valores, as convicções, os pensamentos e as acções que tomamos em função deles temos a janela aberta para mudar começando a trabalhar cada uma delas num processo de alinhamento.

Poderemos fazer uma reflexão em torno do nosso caso, começando por perceber que convicções predominam ou predominaram no nosso processo de crescimento e educação.

Uma vez que a adolescência é o período onde começamos a solidificar a nossa personalidade, maneira de ser e convicções, será importante perceber que principais convicções nos foram passadas, conscientemente ou não, nessa fase precisa da nossa vida.

No fundo trata-se de perceber que mensagens dirigidas ao nosso subconsciente fomos educados a ouvir. Com esta reflexão perceberemos muitas das origens das convicções que temos enraizadas hoje em dia.

Uma vez constatada a realidade um importante passo a seguir torna-se aproveitar e reforçar as convicções que são positivas, fortes e poderosas e que nos servirão para nos aproximar gradualmente dos nossos sonhos e objectivos.

Neste caso, uma vez que já estão enraizadas, o nosso objectivo será enraíza-las mais fundo para maximizar todo o seu potencial, espremendo delas todo o sumo que for possível extrair.

No caso das convicções negativas, fracas e limitadoras o processo é o inverso, um processo de desenraíza-las, e para isso é importante a consciência do quanto nos limitam.

Devemos reflectir no sentido de saber ao que estamos presos para sabermos a que velocidade nos afundaríamos se decidíssemos mante-las e gravá-las mais fundo.

Estando provado cientificamente que a única forma de substituir um hábito é com o nascer de um novo hábito, poderemos aplicar esta descoberta cientifica ás nossas convicções, pensando quais seriam as convicções que desejaríamos ter se fossemos perfeitos, descobrindo, desse leque, as que já temos, e procurando substituir todas as outras pelas que temos como ideais e típicas de uma Pessoa de sucesso.

Para nos consciencializar da importância desta alteração de convicções é importante ter presente que o nosso desempenho, a nossa Performance, tende a ser aferida em função da nossa característica mais fraca. Assim, a importância de uma única convicção negativa que seja é muita, limitando e muito a força das restantes positivas.

O caminho para o desenvolvimento pessoal é a sua progressiva substituição, no verdadeiro sentido da palavra, não deveremos ficar 100% satisfeitos com uma simples atenuação. É normal que, quando começamos a trabalhar neste sentido, comecemos por atenuá-las, mas o objectivo deve ser a pura e simples substituição.

Mais vale um par de convicções poderosas que um combinar de convicções fortes com outras altamente limitadoras. É um trabalho recompensador todo o percurso da evolução, de nos tornarmos melhores. E recompensador e reconfortante também é saber que não somos escravos das convicções que outros fizeram germinar em nós.

Educaram-nos de uma maneira, plantaram em nós determinadas sementes e fizeram correr no nosso sistema um determinado programa, mas podemos reeducar-nos à imagem e semelhança dos nossos sonhos, objectivos e propósitos.

Assim começaremos a viver os nossos sonhos de forma alinhada com eles e não em rota de afastamento.

Siga em frente e agarre já os seus maiores Sonhos! =)

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5 grandes desafios na vida de um empreendedor
5 grandes desafios na vida de um empreendedor

O empreendedorismo é uma jornada de transformação pessoal. Em primeiro lugar temos de ser empreendedores de nós mesmos. Isto implica uma procura incessante pela evolução e o aperfeiçoamento de nós mesmos e de tudo o que fazemos.

Empreender é o desejo de criar, de ter ideias e de levá-las obcecadamente para a vida real. É um caminho bastante solitário onde o nosso melhor amigo e, ao mesmo tempo, pior inimigo é a nossa própria mente. Sendo que “tudo é criado duas vezes”, uma na nossa mente e outra na realidade, é a “qualidade”do nosso Mindset ( = configuração da mente) que dita todos os resultados.

Uma mente bem configurada permite a superação positiva dos desafios. Uma mente mal configurada, repleta de crenças limitantes, conduz a uma não superação ou superação deficiente desses mesmos desafios.

Todo este percurso é fértil em desafios pessoais que nos empurram a sermos progressivamente maiores que esses mesmos desafios de maneira a superá-los. Sim porque só podemos superar um desafio quando somos maiores do que ele! É como o confronto entre dois vectores força: o maior anula o mais pequeno.

Desta forma, entre essa vasta lista de desafios, 5 apresentam uma grande preponderância na vida de um empreendedor.

São eles:

1 Manter a motivação

O que é a motivação? A própria palavra tem a resposta.

Motivação é estar motivado para a acção. Perante um cenário que muda a cada segundo das formas mais inesperadas, permanecer motivado para continuar a agir de forma consistente é uma tarefa complexa.

Mais uma vez o Mindset é um dos factores mais importantes a ter em conta para permanecer motivado. Se Mindset = a configuração da mente, a forma como esta está configurada impacta directamente a nossa motivação (ou não) para agir.

No que diz respeito a motivação sem dúvida que é necessário aprender a agir, com ou sem ela. Desta forma, nos momentos em que a motivação está “em baixo”, a execução contínua assegura que no momento em que esta é recuperada algum caminho já foi percorrido quando aquela faltou.

Manter a motivação constante é uma tarefa árdua mas, treinar a consistência, é apenas um hábito e os hábitos fazem-nos agir de forma automática.

2 Saber lidar com Pessoas

Diversos estudos realizados nas últimas décadas apontam o “saber lidar com Pessoas” como um dos factores mais decisivos para o sucesso de qualquer empreendimento. E este skill está à frente, nomeadamente, de competências de natureza técnica.

Cada Pessoa é uma Pessoa diferente de todas as demais. Esta afirmação é sustentada pela Ciência. No ADN de cada ser Humano, cerca de 0,5% do código genético é único, não existindo no Mundo nenhuma outra Pessoa com um igual. Mesmo gémeos verdadeiros possuem, nomeadamente, impressões digitais distintas. E isto apenas para falar em Biologia.

Se passarmos dos dados ligados à Bios para o campo mais subjectivo do funcionamento da mente, as diferenças são ainda maiores. Um grupo de 100 Pessoas expostas a um mesmo evento podem desencadear facilmente 100 interpretações diferentes desse mesmo evento.

É toda esta heterogeneidade e subjectividade que fazem o “lidar com Pessoas” uma competência tão desafiante.

3 Gerir bem o tempo

O tempo é sem dúvida o bem mais importante e valioso para todo o ser Humano. Uma vez que se passa o momento, esse momento exacto não volta mais. Torna-se automaticamente Passado. No fundo é como se o Presente fosse caracterizado apenas por uma fracção de segundo que, ao passar, torna-se isso mesmo: Passado.

Hoje em dia vivemos na Era da informação. Na verdade informação nos dias de hoje já não é algo passivo mas sim activo. Isto quer dizer que, antes, para termos acesso a uma informação sobre algo teríamos de ir ao encontro dessa informação. Hoje, essa informação vem directamente até nós muitas vezes sem termos de a procurar de forma activa (recebemos SMS’s, o chat ou as notificações de uma qualquer rede social soa o alerta, e por ai vai).

Sendo empreendedor, todo este fluxo constante de informação, associado aos mais variados estímulos, funciona como um verdadeiro “ladrão de tempo” e, consequentemente de produtividade.

Saber gerir o tempo, o que implica definir prioridades e saber “cortar” esse fluxo constante de estímulos é um desafio, no mínimo, desafiante.

4 Saber “um pouco de tudo”

A expressão ser um “faz tudo” ganha no empreendedorismo uma nova definição. Ser um empreendedor pressupõe estar comprometido com a aprendizagem constante e sobre as mais variadas áreas.

Implica perceber que o nosso maior activo é o nosso conhecimento. Na verdade, aquilo que nos pode prejudicar é aquilo que desconhecemos e não os conhecimentos que possuímos.

Desta forma, consciente desta realidade, o empreendedor procura, quase que de forma neurótica, saber o máximo possível sobre o máximo de áreas que conseguir. Desta forma, ele procura evitar ao máximo imprevistos causadas por coisas que ele podia saber mas, na verdade desconhece.

Conforme referiu o filosofo Grego Sócrates “só sei que nada sei” e este é precisamente o desafio.Quanto mais se sabe mais se quer saber e quando mais se quer saber mais se sabe que pouco se sabe.

5 Encarar positivamente os imprevistos

Na verdade não podemos controlar o que nos acontece. Apenas podemos, quanto muito, controlar a forma como reagimos ao que nos acontece. Mais uma vez é tudo uma questão de Mindset. O que importa é o que temos na nossa mente.

Perante um qualquer imprevisto, uma Pessoa pode encará-lo como uma fatalidade e uma pura tragédia enquanto outra pode encará-lo como uma oportunidade. Tudo depende dos padrões de pensamento da Pessoa em questão.

Não é por acaso que se diz que as Pessoas de mentalidade pobre têm problemas, ao passo que as Pessoas de mentalidade rica têm desafios.O desafio já pressupõe que vai ser ultrapassado de forma positiva. Está tudo na interpretação subjectiva de cada um em relação à realidade. É a velha história de “o copo está meio cheio ou meio vazio?”.

Tendo em conta que a função do nosso cérebro é garantir a nossa sobrevivência e não a nossa felicidade e que, ao longo do nosso processo de crescimento, logo desde bebés, somos formatados com um sem número de crenças limitantes, encarar positivamente os imprevistos é um verdadeiro desafio.

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A nossa personalidade é construída e assenta toda ela sobre valores.Esses valores foram-nos passados ao longo do nosso processo de crescimento como seres Humanos. Um primeiro e indispensável repositório de valores é a família que, de uma forma ou de outra, enquanto núcleos mais pequenos da sociedade, tendem a agregar os principais valores da mesma.

Funciona no fundo como um triângulo invertido do geral para o particular.

Na base da pirâmide está a sociedade no seu todo que tende a possuir, de uma forma mais ou menos unânime os mesmo valores basilares pelos quais se pauta, como escreveu Virgílio Ferreira (1916-1996), famoso escritor Português “os grandes valores não se definem como se não define uma simples dor de dentes.” No fundo, esses valores constituem a consciência social. É por este factor que certos comportamentos são genericamente aceites como eticamente conformes, enquanto outros serão eticamente desconformes. E o que é desconforme é reprovável.

Em seguida na pirâmide, vêm surgindo as entidades menores, que são o reflexo mais ou menos fiel dos valores da sociedade.

No fim desta pirâmide está a Pessoa, individual e concreta. O que tende a acontecer de uma forma cada vez mais comum, é uma progressiva subjectivação de determinados valores à medida que se desce na pirâmide. É como se o seu peso lá estivesse mas aleatoriamente cristalizado. Este é um fenómeno preocupante porque se assiste a um exponencial aumento de Pessoas sem consciência da importância dos Valores. E mesmo as que a possuem tendem a não possuir uma escala de Valores bem definida.

Os nossos Valores são uma das forças fundamentais das nossas vidas.Por esta razão, quando alguém não está consciente deles e não os tem bem definidos, apresentam-se como altamente limitadores. Por sua vez podem ser também, se bem alinhados, importantes para o nosso sucesso na vida. Sendo os valores aquilo que valorizamos, a que damos relevância, que é importante para nós, apresentam-se como critérios de conduta. Tendemos a agir em conformidade com os nossos valores e com o alinhamento que lhes damos, ou seja, a nossa escala de Valores. Mas o que é a escala de Valores? É no fundo a ordem pela qual os Valores são importantes para nós. Todos eles são valores socialmente reconhecidos em posição de igualdade, no entanto para cada Pessoa, a sua hierarquização poderá ser diferente. E será justamente dessas distintas hierarquizações valorativas que tenderão a surgir muitos dos conflitos quer externos/interpessoais quer internos/intrapessoais.

Os conflitos externos/interpessoais relacionam-se com as diferenças do que“é importante para mim” e do que “é importante para ti”. Por outras palavras será uma colisão de escalas de valores. Como, como escreveu a autora Anais Nin (1903-1977) “não vemos as coisas como elas são mas como nós somos”, a nossa visão da realidade e de todas as acções das outras Pessoas são visões tendo por base a nossa escala de valores.

No entanto, como cada um age de acordo com a sua escala de valores, se nos colocássemos no lugar do outro, pensando como se fossemos “ele” e não nós, mais facilmente aceitaríamos e não julgaríamos os outros. Como nos ensina a autora Lise Bourbeau (1941-…), “quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais sobre Pedro que sobre Paulo”. É justamente esta imposição dos nossos valores aos outros a causadora de atritos entre as pessoas e da tendência que apresentamos em nos relacionarmos com Pessoas que apresentem uma escala de valores similar á nossa.

Em relação aos conflitos internos/intrapessoais, tendem a manifestar-se quando existe um desalinhamento da nossa escala de valores, ou seja, quando existem incoerências endógenas entre aquilo que consideramos importante mas possuímos, por alguma razão, dificuldades em estabelecer prioridades.

Assim, identificar os nossos valores e hierarquiza-los por forma a construirmos uma escala de valores forte torna-se uma tarefa absolutamente essencial para reduzir ou eliminar a maioria dos nossos conflitos pessoais.

Vale a pena pensar nisto…

 

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